26/01/2017

Tipos de políticos, por wibaju


Não adianta só reclamar do político A ou B sabendo que foi parte do eleitorado que o colocou no pedestal. Um destes eleitores pode ter sido você. 
A Escola de Formação Política ensina que: “antes de fazer qualquer escolha, analise o perfil dos candidatos a fim de errarmos por pouco, ou eleger o menos ruim".
Existe uma gama de políticos que podemos “sacar logo qualé a sua” pelo tipo de comportamento quando pede votos. Mas não se deixe iludir facilmente. Vejamos os tipos:

O dissimulado:
Mente na cara dura, a fim de alcançar objetivos imediatos. Faz promessas grandiosas nas campanhas, ciente que jamais poderá cumpri-las.
O narcisista:
Conta mentiras mesmo depois de eleito. Estufa seus atributos pessoais e super valoriza os feitos de sua administração pelo simples prazer de ser aplaudido. No bolso ou na gaveta sempre tem um espelhinho.


O delirante:
Diz as suas bases que é uma das pessoas mais influentes do partido, mas faz parte do segundo escalão, classe C. Por viver de suas fantasias, nem tem consciência de suas mentiras.


O incurável:
Vive roubando o dinheiro público, mas insiste em dizer que é honesto. Acredita que está acima das leis e que merece um reconhecimento mais polpudo pelo seu “trabalho”. Esse não tem cura.


O viciado.
Pensa que cargo público é mina de ouro e bota a mão no jarro até onde dá. Mas quando é flagrado e denunciado por roubar dinheiro do povo, renuncia o cargo, foge e volta na eleição seguinte, dizendo-se ficha-limpa. Ou: “eu roubo, mas faço”!

O eucalipto.
Não permite e nem deixa que nenhum dos seus companheiros cresça, politicamente, à sua sombra. Ou afasta ou demite e não dá explicações.

O tratante.
Durante a campanha, na ânsia de vencer, promete cargos de confiança (sem habilitação) ao diabo e a todo mundo. Se elege; esquece a promessa, e só nomeia quem está no seu esquema e compartilha dos seus desmandos. Faz acertos nas concorrências, mas não dá nada em troca. Só recebe.

Vejamos agora os tipos de Vereadores e Deputados
Foi-se o tempo – e se vai muito longe – quando a palavra e as promessas ainda valiam ou, até mesmo, um fio de bigode era questão de honra. Dificilmente, alguém, nos tempos modernos, sabe separar o joio do trigo. Têm alguns políticos bons, mas tem muitos que não merecem nossa consideração. São verdadeiras ervas daninhas: acham bonito crescer no meio da sujeira e dos conchavos por debaixo dos panos. Então, cuidado com esses tipos de candidatos:

Bissexto - Só aparece de quatro em quatro anos.
 
Camaleão - Muda conforme a vantagem que leva da política.

Macaco: Vive pulando de partido em partido. Este candidato não nos convém, pois ele é indeciso.
 
Chupeta - Cala a boca dele com pedidos bobos, tipo: carguinhos, viagens atoa, remédios sem necessidade, ou um dinheiro pra gastar com pinga.

Mensaleiro - É um cara omisso. Não faz nada. Não fiscaliza as ruas esburacadas, lixos e matos;  não verifica que ruas vivem as escuras... mas, no final do mês, recebe seu alto salário para não fiscalizar nada, e ainda exige que o não merecido, seja depositado em sua conta bancária.

Io Iô - É aquele que perambula nas igrejas em época de eleição, na pesca de voto dos fiéis. Mas depois das eleições volta para o seu mundo do “não faz nada”, nem pra ele nem pra eleitor nenhum. 

Azarão - É aquele que entra na disputa só para atrapalhar, sabe que não tem condições de ganhar, mas não deixa ninguém do seu bairro tentar. Este colabora com os adversários, não joga pró comunidade. O negócio dele é votar contra tudo e que seu vizinho não seja o vereador.
 
Serasa – É aquele que entra na política só para enrolar. É o tipo que não paga seu cabo eleitoral, engana, mente e é medíocre. Tipo 171. Se eleito ‘vende” sua postura. “Se me pagar, sou situação. Se não me pagar, voto contra”, na cara dura.