27/08/2018

Campo Mourão e o Incêndio florestal de 1963

 
Queimou quase 50% da produção 

As queimadas e incêndios catastróficos que estão ocorrendo e assistimos perplexos, pelo Brasil e no Mundo quase que diariamente, nos arremetem ao fato acontecido em Campo Mourão e no Paraná ha cerca de meio século atrás.

Foi incrível o que aconteceu naquele tempo seco entre agosto e setembro de 1963. Essa catástrofe é considerada uma das maiores registradas  no Brasil e no mundo. Devastou cerca de 10% de toda vegetação do estado. Era então prefeito de Campo Mourão, em seu primeiro ano de mandato: Milton Luiz Pereira (Itatinga,n- 9 de dezembro de 1932 - Curitiba, f-16 de fevereiro de 2012).

Lembro-me bem que da varanda da nossa casa simples, de tábuas, no pátio da Madeireira Slompinho Ltda (Lar Paraná), em companhia do patrão Romildo Slompo e se sua esposa Anita, assistimos, por vários dias e noites, estarrecidos e temerosos, as labaredas que subiam rápidas, insaciáveis a devorar as copas dos pinheiros, das palmeiras e demais árvores frondosas, fazendo as taquaras darem altos estalos, verdadeiros estouros que espalhavam bolas de fagulhas para todos os lados, sem poupar nada da arborização e da vegetação rasteira esturricada. Era um mar flutuante de fogo.

Estava eu com 23 anos, pai dos dois primeiros filhos, um de 20 meses e o segundo com 6 meses de idade. Eu temia pela segurança deles e da mãe. Via também seu Romildo e os empregados da colônia, assustados e preocupados.


  
 
Via-se vapor sobre a água quente cercada pelo fogo

O fogaréu que grassava por quase todo o Paraná, estava ali bem perto de nós, agitado, querendo transpor o Rio do Campo e se espalhar pelo capim seco dos imensos campos do cerrado mourãoense, bem amarelos devido às intensas geadas e prolongada estiagem.
A fumaça era intensa. Durante o dia a visibilidade era pouca – quase nula - e se misturava à poeira natural das estradas e carreadores por onde alguns motoristas se arriscavam a transitar, por necessidade ou a trabalho.
As matas, o ar e os campos  estavam secos por demais em razão das fortes geadas do rigoroso inverno de junho, julho e primórdios de agosto daquele ano fatídico. Era hábito – e é até hoje – os pequenos agricultores fazerem queimadas a fim de preparar o terreno e lançar novo plantio. Assim, não demorou nada, o fogo se espalhou de forma descontrolada.  

Em 14 de agosto de 1963 foram noticiados os primeiros focos de incêndios em Guaravera, Paiquerê e Tamarana, ex-distritos de Londrina. 


O Incêndio florestal no Paraná  que atingiu a região de Campo Mourão  começou pelo norte pioneiro, campos  gerais e atingiu o oeste do estado. Avançou célere por áreas agrícolas e queimou a metade dos cafezais que já estavam secos e mortos pelas geadas. 
O grande incêndio atingiu 128 municípios paranaenses o que levou o governador Ney Braga a decretar estado de calamidade pública. 
Foram enviados ao estado: medicamentos, ferramentas agrícolas, roupas, médicos, enfermeiros e alimentos oriundos de alguns países solidários, dentre eles: Estados Unidos, Itália, Japão, China, Suíça, Grã-Bretanha, Canadá, Israel e Vaticano.


Aproximadamente 8 mil imóveis, casas, galpões e silos, viraram cinzas. Mais de 6 mil famílias – a grande maioria de trabalhadores rurais – ficaram desabrigadas. Numerosas pessoas vítimas de horríveis queimaduras foram socorridas em Tibagi-PR. O Hospital Luiza Borba Carneiro se estruturou para tratar as vítimas dos incêndios. Uma central de queimados foi instalada e acolhia  as pessoas atingidas, inclusive as de Campo Mourão – PR e região que recebiam os primeiros socorros dos médicos mourãoenses Manoel Andrade e José Carlos Ferreira, no Hospital São Pedro.
Em Campo Mourão o fogaréu chegou bem perto da periferia da cidade. Notava-se uma população assustada. Novenas foram celebradas nas igrejas católicas, principalmente nas de São José e Nossa Senhora do Caravaggio, clamando a proteção divina, Por outro lado Tibagi atendia queimados de todo o Paraná.

Naquela triste ocasião, não tinha televisão em Campo Mourão. Ouvíamos emissoras de rádio de Curitiba (PRB-2), a maioria de outros capitais, que noticiavam a toda hora que “o Paraná estava uma fogueira”. Os jornais que mais lidos por aqui eram a Gazeta do Povo, Estado do Parané e até a revista O Cruzeiro que se adquiria na Banca do Jonas. 
A terceira manchete no amarelo destaca 
a TRAGÈDIA
Pelo rádio ouvia-se com muita apreensão, que “uma frente de fogo com 80 quilômetros de extensão aproximava-se das plantações da Fazenda Monte Alegre; o mato inteiro parece arder. Na fábrica, cerca de trezentos tambores de óleo combustível estão armazenados, entre muitos outros materiais facilmente inflamáveis. Não ha para onde transportá-los com tudo queimando ao redor” enfatizava o locutor. 

Por toda parte via-se tratores, equipamentos agrícolas, serrarias e incontáveis veículos atingidos pelo fogo a ponto de retorcer suas ferragens, tal foram os graus elevados de calor.
O relatório do governo estadual revelou que o município de Ortigueira teve 90% da área queimada. Mais de 70% das reservas florestais das Indústrias Klabin de Papel e Celulose cultivadas perto de Tibagi, se perderam. Só nesse local milhões de araucárias foram destruídas. Mas os incalculáveis prejuízos não pararam por aí. Provocou a perda de pelo menos 15 milhões de árvores adultas dos pinheirais nativos.
Ao todo 128 municípios das regiões Norte, Central,  Campos Gerais e Oeste foram afetadas. Milhões de hectares foram completamente devastados ao longo dos meses de queimas incessantes. 
"Foram sacrificados 20 mil hectares de plantações, 500 mil de florestas nativas e 1,5 milhão de campos e matas secundárias”, relatou  Antônio Carlos Batista, professor de Engenharia Flo­restal da Universidade Fe­deral do Paraná.
Hospital Luiza Borba Carneiro de Tibagi - PR
Houve uma explosão de combustíveis em Campo Mourão, na região da Cama Patente perto do Ranchinho e Guarani e em um só dia quatro ambulâncias cheias de queimados foram enviadas, com as vítimas, ao hospital de Tibagi. Os queimados eram muitos, entre eles: crianças e idosos. 


O governador Ney Braga declarou “estado de calamidade pública” no Paraná, com os  focos de incêndios distribuídos por 21 mil km2 entremeio matas nativas de pinheiros, cedros, perobas, eucaliptos, plantações de café e pastagens. 

Algumas cidades  foram atingidas pelo fogo e a população corria apavorada, sem rumo.Não tinha saída. Casos de Ortigueira e Tibagi que se obrigaram a enfrentar uma seca de oito meses que, atingida pelo fogo, transformou o Paraná em uma gigantesca bomba de pavio curto. O  estado produzia 45% do café do Brasil, 80% do papel de imprensa e grande quantidade de milho, algodão e feijão e demorou a refazer suas culturas agrícolas.
Mais de 10 mil brasileiros voluntários responderam ao pedido de ajuda do governador; bombeiros de diversos estados, militares e tropas federais seguiram o exemplo. Os esforços se concentraram prioritariamente em atender as áreas povoadas do que lutar  contra o fogo. O empenho era salvar vidas, a mata estava condenada.

O presidente João Goulart, acompanhado por vários membros do gabinete chegou a Curitiba e determinou que medidas urgentes fossem tomadas com o fito de amenizar o desastre. De imediato liberou um bilhão de cruzeiros de fundos federais ao governo  do Paraná para enfrentar a crise.
Cerca de 22 horas após o apelo de ajuda aos Estados Unidos, três aviões e helicópteros pousaram no Paraná carregados de alimentos, medicamentos, tendas, bombeiros, médicos e enfermeiros. Um navio da Força Tarefa da Marinha foi enviado para entregar suprimentos e equipamentos médicos no porto de Paranaguá. Na cidade de Tibagi, equipes do Corpo da Paz, com médicos e enfermeiros sob a direção de Gordon Mein,  Conselheiro da Embaixada dos EUA, montaram um hospital de campanha com 100 leitos. O representante da Cruz Vermelha, Enso  Bighinatti foi enviado de Nova York até a o Paraná, com a missão de salvar vidas. 

Os alimentos em sacos plásticos brancos destinados a Campo Mourão, tinham a bandeira dos EEUU e ficaram depositados (não muito) no térreo do Ed. Castelli, onde hoje está a TIM. O responsável pela guarda era o jovem Edir Castelli. Em uma faixa, na parede, lia-se "Alimentos Pela Paz".


 
Milhares de famílias perderam seus empregos


Depois que os últimos focos de incêndio foram extintos pela chuva natural de setembro, projetos começaram a ser traçados a fim de recuperar a imensa área queimada. Era evidente que o realojamento imediato dos desabrigados seria necessário para evitar o fluxo em massa para as grandes cidades e os favelamentos. 

O Banco do Brasil e bancos privados contribuíram com cerca de 400 mil dólares para aquisição de sementes, enquanto que o Grupo Executivo de Racionalização da Cafeicultura acenou  com mais de  500 mil dólares para financiar a produção e distribuição de mudas de café destinadas as áreas devastadas.
Naquele momento sinistro o programa  da diversificação de culturas tornou-se um passo vital, assim como a solução do problema econômico do intervalo entre o plantio e a produção.
 
Geada, seca e fogo eram combustíveis. 
Triste cenário

Autoridades competentes estimaram que o fogo sem controle  transformou em cinzas mais de dois milhões de hectares, dos quais 20 mil de plantações, 500 mil de florestas nativas e quase 2 milhões de campos, pastos, cerrado e matas ciliares. Junto com a flora foi-se grande parte da fauna.
A estatística mais sentida foi a morte de quase 150 pessoas, além de milhares de feridos, desalojados e desabrigados que tiveram suas casas e propriedades incendiadas. Milhares de animais também sucumbiram nas chamas entre os silvestres e os de criação, lamentavelmente.

O fato inspirou o médico-escritor mourãoense, Aracyldo Marques, a escrever o livro “E o Verde Voltará”, como de fato voltou. 

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O fogo apagou naturalmente com a volta das chuvas e moções da Primavera.
DEUS É BOM
Ele sabe o que faz. Mas nem sempre sabemos o que falamos

06/08/2018

Campo Mourão por dentro das eleições 2018


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Calendário das Eleições 2018 
Teu Voto na Urna Eletrônica
Vote pelo Celular
Salada de Partidos

A votação  será dia 7 de outubro em primeiro turno 
e dia 28 de outubro, em caso de segundo turno.

aAs modificações introduzidas pela Reforma Política (Lei 13.487 e Lei 13.488), aprovada pelo Congresso Nacional em outubro de 2017, foram incorporadas ao calendário do pleito de  22018.

2 - Cargos disputados nas eleições de 2018: 

presidente da República, governadores dos estados, dois terços do senado,  deputados federais e estaduais. 


Prazos:


26 de agosto de 2018:
Começa a propaganda eleitoral gratuita através do rádio e televisão.

13 de setembro de 2018:
Prazo limite para a definição e comunicação dos partidos políticos à Justiça Eleitoral dos gastos de campanha dos candidatos.

15 de setembro de 2018:
É publicado pela Justiça Eleitoral o relatório das receitas em dinheiro coletadas pelos partidos políticos para patrocinar as campanhas eleitorais.

22 de setembro de 2018:
Prazo final para o eleitor requisitar em seu domicílio eleitoral a segunda via do Título de Eleitor.

29 de setembro de 2018:
Fim da propaganda eleitoral gratuita veiculadas no rádio e na televisão.

30 de setembro de 2018:
Termina o período da exibição de propaganda eleitoral paga.

7 de outubro de 2018:
Votação em Primeiro turno.

Caso haja a necessidade de um segundo turno, confira também  seu cronograma!:

20 de outubro de 2018
Encerramento da propaganda eleitoral gratuita através do rádio e da televisão associada ao segundo turno;

22 de outubro de 2018
Acaba a propaganda eleitoral paga relativa ao segundo turno;

28 de outubro de 2018
Votação em segundo turno.


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Como Votar na Urna Eletrîca/2018

Quando for votar apresente seu título e Carteira de Identidade. Atente a ordem em que os cargos vão aparecer com a foto do candidato após Vc digitar o número do escolhido.

Pela ordem a votação será assim:

deputado federal: número com 4 dígitos;
   deputado estadual: número com 5 dígitos;
senador (primeira vaga): número com 3 dígitos;
senador (segunda vaga): número com 3 dígitos;
governador: número com 2 dígitos;
presidente: número com 2 dígitos.

Obs: É permitida 'colinha' na qual o eleitor anota os numerais dos candidatos em quem votará.

   Depois de digitar o número do candidato a foto dele vai aparecer na tela da urna, com a sigla do partido. Veja se está correto. Em caso afirmativo aperte a tecla verde Confirmar.
 Se o eleitor errar algum número é só apertar a tecla laranja Corrige e, em seguida, digitar outra vez o número do candidato ou da legenda do partido e clicar na tecla verde Confirma.
 Ao finalizar a votação a urna emitirá um sinal sonoro e a mensagem “FIM”, a sorte está lançada e o futuro dirá se votamos no candidato certo..

Como votar na legenda

Voto na legenda é quando o eleitor não escolhe um candidato, mas decide dar o seu voto para um partido. Voto na legenda pode ser usado para os cargos de: dep federal; dep estadual  e senador, menos a presidente. 

Voto pelo Celular

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O aplicativo [e=Titulo] pode ser baixado até o dia da votação (7/10).

Esse documento digital dispensa a impressão da segunda via do título de eleitor. 
Eleitores em dia com a Justiça Eleitoral, mas pensam em buscar atendimento apenas para imprimir a segunda via do título, podem ficar despreocupados. Isso porque o e-Título substitui o título impresso na hora de votar.
Mas, como?
Basta baixar o aplicativo no smartphone ou tablet, disponível para iPhone (iOS) e smartphones (Android). 
O aplicativo apresenta informações com dados da sua  zona eleitoral e a sua situação cadastral em tempo real. 
Após baixá-lo, é só digitar seus dados pessoais e pronto..
62.597 é o Eleitorado de Campo Mourão - PR em 2018

O Brasil vai às Urnas este ano

com 35 partidos políticos e 13 candidatos a Presidente
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Política & Futebol giram em torno dos $$

Candidatos à Presidência do Brasil - 2018

Eleições 2018: Os candidatos à Presidência da República 
São 13 concorrentes à Presidência da República: 

Álvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), (?)(PT), Jair Bolsonaro (PSL), Guilherme Boulos (PSOL), Cabo Daciolo (Patriota), Marina Silva (REDE), João Amoêdo (NOVO), João Goulart Filho (PPL), Eymael (DC), e Vera Lucia (PSTU).

Candidatos a Vice Presidente 

Antonio Hamilton Mourão (PRTB), na chapa de Jair Bolsonaro (PSL)

Ana Amélia (PP), vice de Geraldo Alckmin (PSDB)

Eduardo Jorge (PV), na chapa de Marina Silva (Rede)

Kátia Abreu (PDT), na chapa de Ciro Gomes (PDT)

Germano Rigotto (MDB), na chapa de Henrique Meirelles (MDB)

Christian Lohbauer (Novo), da chapa de João Amoêdo (Novo)

Sônia Guajajara (PSOL), vice na chapa de Guilherme Boulos (PSOL)

Helvio Costa (DC), vice de José Maria Eymael (DC)

Hertz Dias (PSTU), vice de Vera Lúcia (PSTU)

Léo Alves (PPL), vice de João Goulart Filho (PPL)

Paulo Rabello de Castro (PSC), da chapa de Álvaro Dias (Podemos)

Suelene Balduino (Patriota), vice na chapa do Cabo Daciolo (Patriota)

Nossos valores 

Democracia
Toda solução para os problemas do Brasil deve ser dentro das regras democráticas constitucionais. 




Ética

O Brasil e nós queremos uma política ocupada com pessoas éticas, corretas. Só assim teremos um país onde ser honesto vale a pena.

Vontade de servir

A política precisa ser ocupada por brasileiros extremamente motivados para servir a sociedade que representam na construção de um país melhor.

Cargo político 
não é profissão, é função e obrigações.


Partidos registrados no TSE
0001SIGLANOMEDEFERIMENTOPRES. NACIONALNº DA LEGENDA
1MDBMOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO30.6.1981
ROMERO JUCÁ FILHO, no exercício da presidência
15
2PTBPARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO3.11.1981
ROBERTO JEFFERSON MONTEIRO FRANCISCO
14
3PDTPARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA10.11.1981CARLOS LUPI12
4PTPARTIDO DOS TRABALHADORES11.2.1982GLEISI HELENA HOFFMANN13
5DEMDEMOCRATAS11.9.1986
ANTÔNIO CARLOS MAGALHÃES NETO
25
6PCdoBPARTIDO COMUNISTA DO BRASIL23.6.1988LUCIANA BARBOSA DE OLIVEIRA SANTOS65
7PSBPARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO1°.7.1988CARLOS ROBERTO SIQUEIRA DE BARROS40
8PSDBPARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA24.8.1989
GERALDO JOSÉ RODRIGUES ALCKMIN FILHO
45
9PTCPARTIDO TRABALHISTA CRISTÃO22.2.1990DANIEL S. TOURINHO36
10PSCPARTIDO SOCIAL CRISTÃO29.3.1990EVERALDO DIAS PEREIRA20
11PMNPARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL25.10.1990ANTONIO CARLOS BOSCO MASSAROLLO33
12PRPPARTIDO REPUBLICANO PROGRESSISTA29.10.1991OVASCO ROMA ALTIMARI RESENDE44
13PPSPARTIDO POPULAR SOCIALISTA19.3.1992
ROBERTO JOÃO PEREIRA FREIRE
23
14PVPARTIDO VERDE30.9.1993JOSÉ LUIZ DE FRANÇA PENNA43
15AVANTEAVANTE11.10.1994LUIS HENRIQUE DE OLIVEIRA RESENDE70
16PPPARTIDO PROGRESSISTA16.11.1995CIRO NOGUEIRA LIMA FILHO11
17PSTUPARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO19.12.1995JOSÉ MARIA DE ALMEIDA16
18PCBPARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO9.5.1996EDMILSON SILVA COSTA*21
19PRTBPARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO18.2.1997JOSÉ LEVY FIDELIX DA CRUZ28
20PHSPARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE20.3.1997
MARCELO GUILHERME FERREIRA
31
21DCDEMOCRACIA CRISTÃ5.8.1997JOSÉ MARIA EYMAEL27
22PCOPARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA30.9.1997RUI COSTA PIMENTA29
23PODEPODEMOS2.10.1997RENATA HELLMEISTER DE ABREU19
24PSLPARTIDO SOCIAL LIBERAL2.6.1998GUSTAVO BEBIANNO ROCH, no 17
25PRBPARTIDO REPUBLICANO BRASILEIRO25.8.2005EDUARDO BENEDITO LOPES, no exercício da presidência10
26PSOLPARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE15.9.2005JULIANO MEDEIROS50
27PRPARTIDO DA REPÚBLICA19.12.2006
JOSÉ TADEU CANDELÁRIA
22
28PSDPARTIDO SOCIAL DEMOCRÁTICO27.9.2011ALFREDO COTAIT NETO, 55
29PPLPARTIDO PÁTRIA LIVRE4.10.2011SÉRGIO RUBENS DE ARAÚJO TORRES54
30PATRIPATRIOTA19.6.2012ADILSON BARROSO OLIVEIRA51
31PROSPARTIDO REPUBLICANO DA ORDEM SOCIAL24.9.2013EURÍPEDES G.DE MACEDO JÚNIOR90
32SOLIDARIEDADESOLIDARIEDADE24.9.2013PAULO PEREIRA DA SILVA77
33NOVOPARTIDO NOVO15.9.2015
MOISES DOS SANTOS JARDIM
30
34REDEREDE SUSTENTABILIDADE22.9.2015
PEDRO IVO DE SOUZA BATISTA
18
35PMBPARTIDO DA MULHER BRASILEIRA29.9.2015
SUÊD HAIDAR NOGUEIRA
35
wibaju 7-8-2018