23/06/2011

Índios daqui - Crenças estranhas


Crenças estranhas, de nossos Índios

O velho e sábio índio Pedemar Maraguara Porá (Pixuna do Alto Xingu), quando esteve em Campo Mourão, realizou palestras nas escolas, sobre usos e costumes de seus ancestrais.


“A tribo Guarany matava o inimigo, esquarteja e jogava os pedaços do corpo separados, bem longe, mas não comiam a carne. Temiam que as partes se juntassem novamente e o inimigo voltasse a atacar.”

“A raça Tupy era antropófaga. Matavam e devoravam o inimigo. Acreditavam que assim, incorporavam a bravura e a coragem do índio morto.”


“Na nossa tribo, quando mulher ganha nenen na tenda, deitam o marido dela do lado de fora, de barriga pra cima. Dois índios empunham varas de bambuaçu e ficam dos dois lados do pai. Cada gemido que a índia dá, quando está parindo, os dois índios dão uma bambuzada, com força, na barriga dele. Dizem que é pro pai sentir o que a mulher sente, e não fazer filho à toa”

Pai Nosso em Tupy


Orê rûb
Igbàcupe tecoar,
Ymoete pîramo,Nde rera toicô
Toûr nde Reino
Tônhémonhang
Nderemîmotaraibîpe
Igbâcupe, ynhemonhanga yabê
Orê remiu
Ara yabiõ ndoâra
Eimceng cori orebe.
Nde nhirõ
Ore angaipaba recè
Orebe
Ore terecómemoáçara çupe
Ore nhirõ yabe
Ore moarû carumé yepe
Tentação pupé:
Ore pi cirõte yepe,
Mbaê aiba çui.
Amen IESV.