02/10/2011

Caixinha - Família Ferreira Lima

 

 
Caixinha e amigos nos bons tempos da Mourãoense

Todo narrador de futebol dá destaque quando um craque ‘mata’ a bola no peito, baixa na coxa e coloca na grama, com classe. Alguns narravam: bela matada na ‘caixa’... amansou a redonda, chutouu eeee gooolllllllll !!

Goool de Irineu o famoso Caixinha, que ganhou esse apelido por ‘matar’ no peito uma bola, como ninguém. Era sua especialidade, toques sutis de futebolista que foi a vida inteira.

Com futebol no DNA o Caixinha ‘contaminou' seus filhos. E por quê não dizer, a família ?? 

Além do pai, Irineu Luiz Ferreira Lima (Luizinho) é o filho que mais se destacou no esporte, principalmente no handebol e futebol de salão.

 
Irineu Ferreira Lima, da Auto Elétro Paulista e sua esposa  Sallime, 
são pais de Luizinho, Walmir, Wander, Walcir (Dula) e Willian.

 
Empresário, especialista em eletricidade auto-motora, sempre atendeu a clientela com sorriso, brilho no olhar, e garantia dos serviços  prestados da Auto Peças Paulista, orgulho de Campo Mourão. Profissão que, faceiro, ensinou aos seus filhos.

 
Irineu "Luizinho" Ferreira Lima destaque do esporte de Campo Mourão.
Luizinho está gravado  nos anais do esporte mourãoense como um dos melhores jogadores do futsal mourãoense. Começou sua trajetória esportiva nos anos 70 no Interclasses do Col. Est. Campo Mourão.


 
Japs 1976 – Ginásio Belim Carollo: Futsal de Campo Mourão:

Pedro "Cheiroso", Paulo Gilmar Fuzeto, Ione Paulo Sartor, Luiz Kloster, Itamar Tagliari, Carlos Tagliari, Louri da Silva, Edivaldo  Lopes e Osvaldo Broza. Agachados: Laércio, Alan, Ademir  Fuzeto, Ivando Capato, Laércio Brunello e Mário Izugue. (acervo Luizinho)

Contemporâneo do São Paulinho FC, da Associação Tagliari. Chegou a formar dupla com Tauíllo Tezelli, amigos fieis de longa data, mas nunca atuou ao lado do craque que admirava, seu xará Luizinho Kloster.

 
Irineu Ferreira Lima e filhos: Walmir, Wander, Walcir e Luizinho.
Falta um que nasceu depois desta foto

 
"Onde tem futebol, faça chuva ou sol, estou dentro, é só me chamar"
José Tadeu Nunes, Nelson Galbier e Irineu 'Caixinha'.


Irineu Luiz Ferreira Lima -   Quem é ?!

Casado, mourãoense, 50 anos, amante de música, livros, filmes e esportes, especialmente o handebol (foi atleta e técnico) e o futsal.


Orgulhoso marido de Elvira Schen (vereadora), 
pai da Sarah, Larissa e Marina... louco pelas netas: 
Ana Letícia Lima Conrado e Fernanda Lima Chornobai.

Gosta de:  cultura, esportes, fazer amizades, filmes, músicas, blogar e comunicação - mídia (gerente da Rádio Colmeia com quem tive a honra de trabalhar e desfrutar do seu companheirismo).
 

Livro favorito: Literatura Árabe.


Conta uma lenda árabe que certo nômade resolveu, mudar
de oásis. Reuniu todos utensílios que possuía e, de modo ordenado, tentou colocar tudo sobre a corcova do seu único camelo. O animal era forte e paciente. Aparentemente, sem se perturbar, parecia suportar  o peso dos muitos tapetes prediletos do seu dono; os quadros de paisagens árabes maravilhosamente pintados; os objetos de cozinha de vários tamanhos, e vários baús cheios de quinquilharias antigas. Nada podia ser dispensado. Tudo fazia parte da vida daquele nômade, que desejava montar novo lar em outras paragens do deserto. 
O animal aguentou firme, sem mostrar revolta alguma, o peso excessivo que lhe impunha o dono. 
Depois de algum tempo, o camelo estava abarrotado, e continuava em pé.
O beduíno se preparava e quando ia partir, se recordou de um detalhe importante: a pena de pavão, que ele utilizava tal qual caneta quando escrevia cartas aos amigos e à família amada.
Sem pressa, foi buscar a pena... voltou e encontrou um lugarzinho todo especial onde colocá-la, bem em cima da grande carga sobre o camelo. Mas tão logo fez isso, o animal arriou com o peso, desabou e morreu.
O homem ficou muito zangado e vociferou aos brados:
Que animal mole! Não aguentou uma simples pena de pavão!”

***
Por vezes, agimos igual esse nômade. 
Costuma-se dizer que 'foi a gota d’água que entornou a taça.'
Em verdade, todo animal ou ser humano tem seu limite. Quando o limite ultrapassa, fica difícil se  relacionar com estas pessoas. É quando a gente concorda ou se afasta delas, sem entrar em atritos.
No trato familiar são as pequenas faltas, quase imperceptíveis, que se acumulam dia após dia. 

Então, é aí que sucumbem relacionamentos conjugais; 
acabam-se casamentos que pareciam duradouros; Amizades de longos anos deterioram; 
Empregos são perdidos, e sociedades  desfeitas.
Tudo se deve ao excesso de reclamações diárias, faltas pequenas, mas constantes; pequenos deslizes, sempre repetidos. Mentiras que parecem sem importância, todavia, sempre renovadas.
Um dia surge em que a pessoa não suporta mais 'a carga' e toma uma atitude que surpreende a quem não se dava conta de como a sobrecarregou ao longo de dias, meses e anos. Quando se da conta do 'estrago' causado, é tarde!

* * *
Fique atento em todas as suas atividades diárias.
Não deixe que suas ações prejudiquem as outras pessoas.
Não descarregue nos outros a sua frustração.
Preze as amizades.

Preserve a harmonia do ambiente familiar e de trabalho.
Seja você a tolerar, compreender e ter, sempre, à disposição, uma bela dose de bom senso, um sorriso na face, ou 
teu 'camelo morre.'... rsss


Leia o blog 'Baú do Luizinho' com ênfase à História dos Esportes de Campo Mourão - reminiscências que o autor registra com rara maestria.


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