17/03/2011

Armando Queiroz de Morais

Armando Queiroz de Morais, paulista de Viradouro (SP) nasceu dia 14 de abril de 1919,  filho de Cora Silveira de Moraes e Fausto Queiroz de Moraes. Concluiu o curso primário em sua cidade natal e o ginasial no Colégio Diocesano Santa Maria, de Campinas (SP). Formou-se Bacharel em Direito no Colégio Universitário da Universidade do Brasil (RJ). Em 1943, no pico da II Guerra Mundial, ingressou no VI Regimento de Infantaria de Caçapava (SP). É soldado da reserva da Força Expedicionária Brasileira (FEB).


Armando Queiroz de Morais
primeiro advogado de Campo Mourão

Casamento - Em 1946 casou com Maria Conceição Schincariol, na cidade de Capivari (SP). Tiveram três filhos: Márcia Maria advogada em Campo Mourão, casada com o José Elmo Álvares Linhares. Maria Cristina é arquiteta, esposa de Dragutin Carlos Pirih e o mourãoense Armando Queiroz de Moraes Júnior, engenheiro civil, casado com Eliane Rocha. Armando e Maria são avós de oito netos: o advogado Marcel Queiroz Linhares; Alexandre Queiroz Linhares acadêmico de Direito, Flávia Queiroz Pirih acadêmica de Odontologia, Eduardo Queiroz Pirih, Fernanda Queiroz Pirih, Pryscila Rocha Queiroz de Moraes e Armando Queiroz de Moraes Neto. Na década de 50, as cidades, então vilarejos, do Norte e Centro-Oeste do Paraná, estavam surgindo. Londrina e Apucarana eram grandinhas e movimentadas, mas nunca tinha ouvido falar de Campo Mourão. Cruzeiro do Oeste, Maringá, Umuarama e Cascavel ainda não existiam”, relembra.


 
Casamento de Armando Queiroz de Morais  com Maria
 antes de Campo Mourão

Campo Mourão - Em 1951, Armando Queiroz de Moraes iniciou a carreira de advogado em Apucarana (PR). Depois trabalhou em Capivari (SP) por pouco tempo. Neste mesmo ano, dia 23 de março aportou sozinho em Campo Mourão a convite do Juiz de Direito Sinval Reis, para resolverem o acúmulo de processos criminais por falta de promotor e advogado. A passagem custava Cr$ 1.100.000,00. “Relutei. Eu não tinha esse dinheiro, mas o doutor Sinval disse que falaria com os réus – os quais não ficavam presos - para pagarem meus honorários. Programou fazer sessões de julgamento de segunda-feira a sábado, como de fato agiu. Combinou com o advogado Altevir, de Pitanga, para nos acompanhar e nos revezarmos nos julgamentos, uma vez como advogado e outra como promotor. Jardineira (ônibus) só tinha três vezes por semana que seguia até Campo Mourão por uma estradinha que mais parecia carreador”. Embarcou no aeroporto de Arapongas e rumou ao desconhecido. “Assustei quando vi a cidade que nascia. Nada de conforto. Falava-se muito em bandidos e crimes. Parecia cena de faroeste”. Hospedou-se no Hotel Central da família Zaleski, na esquina da antiga Rua Paraná (Francisco Ferreira Albuquerque) com a Avenida Irmãos Pereira, meia quadra do antigo Fórum.

Primeiro Júri - “Nesse meio tempo apareceu o jovem promotor designado pelo Estado, doutor Renato Pedroso”, que depois foi Desembargador e presidente do Tribunal de Justiça do Paraná. 
“No entanto começou a brilhante carreira em Campo Mourão. No primeiro júri defendi o Juca Pamejo, condenado a três anos, por assassinato”, recorda Armando. “Se não me falha a memória o primeiro júri foi realizado à tarde do dia 02 de abril de 1952, no casarão do Fórum, que ficava em frente da antiga Telepar”. Armando também atuou na defesa da primeira sessão do Tribunal do Júri da vizinha Comarca de Peabiru.

Pioneiro – “Concomitantemente fui o primeiro advogado em Campo Mourão. Depois vieram os brilhantes oradores Nelson Bittencourt Prado e Paulo Vinício Fortes. Ambos destacaram-se como vereadores. O Paulo presidiu a Câmara Municipal por quatro anos e como tal, assumiu o cargo de prefeito de Campo Mourão, quando faleceu o prefeito Roberto Brzezinski”, comenta.

Isolado – “Terminada a semana de julgamentos fiquei perdido em Campo Mourão. Ansioso para regressar junto à família, em Apucarana. Era difícil voltar. No hotel apareceu Paulo Bugner, que morava em Apucarana. Ofereceu-me uma causa trabalhista. Eu disse que não podia pegar porque dependia de duas sessões de julgamento. Eu estava com pressa de ir embora. Ele foi categórico: Mas eu quero o senhor. Coloque preço. Lhe pago e ainda levo o senhor no meu jeep pra Apucarana! Para me sair dele pedi cinco milhões de cruzeiros. Ele topou. Fiz a defesa. Íamos e voltávamos juntos de Apucarana, até terminar a demanda. 
De novo fiquei parado. Estava sozinho uma tarde no grande salão do Fórum, saudoso da família e pensando na vida. Ouvi vozes e dois senhores me abordaram pelo nome. Um era Antonio Teodoro de Oliveira (Antoninho) e outro José Custódio de Oliveira (O Gordo)”, relembra. “Ambos me solicitaram para atuar em dois ou três inventários da família, meio complicados. Eu disse que não aceitava porque morava em Apucarana e estava indo embora. Eles insistiram dizendo: assistimos seus júris e o senhor fala bonito... queremos que o senhor pegue esses processos e pode botar preço! Pedi alto e aceitaram. Com a ajuda do doutor Sinval resolvemos as questões em pouco tempo”, diz satisfeito.

Mudança – Em dezembro de 1951 alugou casa e mudou-se para Campo Mourão. A família e os pertences vieram em um caminhão. “Era um dia feio, de chuva. A viagem foi uma epopéia”. Mais tarde construiu residência na esquina da Avenida Irmãos Pereira com a Rua Ceará (Harrison José Borges), que vendeu a Belim Carollo depois que se mudou para Curitiba. Em Campo Mourão participou intensamente da vida social e do desenvolvimento da cidade, que despontava rica e promissora. “Recordo que quando cheguei, aqui já moravam os médicos José Carlos Ferreira e Manoel Andrade. O padre era João Asmann, que me visitava juntamente com o médico de análises clínica, Carlos Boenig, afim de jogarmos xadrez. Jogo bem e gosto”, afirma.

Comarca – “Em 1951 Sinval Reis, na qualidade de Juiz de Direito substituto abriu a Comarca de Campo Mourão. O primeiro Juiz de Direito titular, Ilian de Castro Veloso e o primeiro Promotor Público efetivo, Rui Dirceu Saldanha Gomes assumiram em 1952. Eram escrivães: Ville Bathke (Escrivania do Crime e Registro Civil), Carlos Stalman (Cível e Comércio), Sady Parigot de Souza (Registro de Imóveis), Harrison José Borges (Tabelionato de Notas), Edilberto Parigot de Souza (Distribuidor Público) e Avelino Bueno (Oficial de Justiça). Depois do doutor Ilian, veio o doutor Joaquim Euzébio de Figueiredo, quiçá o mais polêmico e humano Juiz de Direito que teve Campo Mourão”, conta.


Diocése – “Uma noite o padre João Asmann me disse que estava preocupado e não sabia como fazer. É que o Papa João XXIII havia criado a Diocese de Campo Mourão e nomeado Dom Eliseu Simões Mendes. Precisávamos ter a Catedral e o Palácio Episcopal. Trocamos idéias e formamos uma comissão. Fiquei tesoureiro, encarregado de arrecadar fundos. Eram duas obras caríssimas. Percorri todas as serrarias e cada uma doou cinqüenta e duas dúzias de madeiras serradas, vendidas e transformadas em dinheiro para a compra de materiais. Ao lado dos madeireiros veio o apoio da prefeitura que deu o terreno para o palácio do bispo e a população ajudou com tudo que podia. Dom Eliseu veio. As obras estavam em andamento. Ele se hospedou em uma casinha de madeira, bem ruinzinha, (abaixo do Sesc) e ali ficou, humildemente, até o término do Palácio Diocesano" narra Armando.


 
Armando Queiroz de Morais: 
"Na posse de D. Eliseu, primeiro bispo de Campo Mourão 
fui o mestre de cerimônia" 

Generosa – “Em Campo Mourão fui bem recebido e vivi cercado de amigos. A cidade me oferecia mais trabalho que Apucarana. Cheguei em março e em julho de 1951 comprei um jeep. Conforme recebia, cuidava da família e investia em terra. Adquiri terreno e construí casa boa. Abri sítios perto de São Vicente e Araruna. Plantava e vendia café. Literalmente nos incorporamos a Campo Mourão. Em troca da generosidade mourãoense, ajudei em tudo que podia”, enfatiza.


 
"No Clube 10 de Campo Mourão só dava baile bom"

Funções – “Exerci o cargo de Procurador e Advogado da Prefeitura de Campo Mourão nas administrações de Daniel Portela e Roberto Brzezinski. Quando da instalação da Mitra Diocesana e posse de Dom Eliseu Simões Mendes fui orador oficial da solenidade que contou com a honrosa presença do governador Moysés Lupion, na Catedral de São José em obras. Na gestão do prefeito Horácio Amaral, exerci o cargo de Consultor Jurídico do Município”. Contribuiu para construir e é sócio fundador do Clube Social e Recreativo 10 de Outubro do qual detém o Titulo de Sócio Remido 001. Com a inauguração do Ginásio Campo Mourão em 1956 fui convidado pelo diretor e proprietário Ephigênio José Carneiro. “Lecionei, gratuitamente, História do Brasil durante um ano e paraninfei a primeira turma de formandos 58/59”, relembra satisfeito.

Evolução política – “Enquanto Moisés Lupion governou o Paraná, o Partido Social Democrático – PSD liderou a região de Campo Mourão, sob o hábil comando de Francisco Ferreira Albuquerque (Tio Chico). Eleito o professor Bento Munhoz da Rocha Neto, Peabiru passou a mandar na política de Campo Mourão. Os lideres Daniel Portela e Silvino Lopes moravam em Peabiru. O doutor Daniel foi vereador e presidente da primeira legislatura, prefeito em exercício e depois eleito o segundo prefeito de Campo Mourão. O Silvino foi eleito o primeiro prefeito de Peabiru e depois deteve mais de um mandato de deputado estadual. Em 1951 participei da Junta Apuradora dos votos que elegeram meu amigo e depois compadre, Daniel Portela, que batizou meu filho Júnior”, destaca.

Deputados – “O primeiro deputado estadual eleito por Campo Mourão (59/63) foi o Capitão Machado Eduardo de Lima – Delegado da Junta de Alistamento Militar - com pouco mais de dois mil votos. Eu não gostava de política, por isso troquei o interior de São Paulo pelo Norte do Paraná. Em 1954, Daniel Portela saiu a deputado estadual pelo PN (Partido Nacional) e ficou primeiro suplente. Seu sucessor, na prefeitura, foi Roberto Brzezinski um homem correto, expressava-se muito bem e foi secretário municipal na gestão do doutor Portela. Pela primeira vez subi em caminhões e palanques. Pedia votos ao Brzezinski quando Campo Mourão compreendia toda a Microregião Doze e tinha, somente, cerca de três mil eleitores”, recorda.

Reviravolta – “Cansei de ser convidado a disputar cargos políticos, mas não aceitava em virtude do meu trabalho. Moysés Lupion estava no segundo mandato e o então major Ney Amintas de Barros Braga, do desconhecido PDC – Partido Democrata Cristão decidiu disputar o governo do Paraná. Eu gostava do Jânio Quadros, candidato a presidente da República e aliado do futuro governador. O Ney me visitou e pediu apoio. O Estado gastou um dinheirão e a Usina Mourão-I estava parada. Nossa luz era de motor e nem rádio dava para ligar. As lâmpadas acesas pareciam luz de velas. Desafiei: Apoio se o senhor concluir a usina! Ney garantiu: eu concluo nem que tenha que montar acampamento ali! Em 1959 unimo-nos com o Avelino Piacentini e outros amigos e fizemos a campanha na vasta região. Fiquei conhecido como o comandante do Ney, que saiu-se vitorioso”, orgulha-se.


Lideranças fortes - “Com Ney Braga no governo e o PDC fortalecido em Campo Mourão, o governador queria um deputado estadual pela região. O nome preferido de Ney Braga era o de Ênio Queiroz, mas as lideranças queriam Paulo Vinício Fortes, que nesse meio desistiu. Logo o Ênio foi julgado inelegível porque era cunhado do governador. Convidaram-me. Consultei a esposa e aceitei. Pensei: meus filhos crescidos precisavam estudar em Curitiba. Não sabia aliciar eleitores, mas tive conhecimento que prefeitos reclamavam a falta de motoniveladoras. Fizemos empréstimo bancário em Curitiba e atendi a todos em troco do apoio eleitoral. Fiz dobradinha com José Richa a deputado federal a pedido do ex-senador Afonso Camargo Neto (Afonsinho). Richa foi eleito. Obteve mais de cinco mil votos na região de Campo Mourão. Tanto ficamos amigos que sou padrinho de casamento do Richa. O Paulo Poli também saiu candidato pela União Democrática Nacional (UDN) e Campo Mourão elegeu dois deputados estaduais”, fato raro na atual política mourãoense.


 
Ney Braga e Milton Luiz Pereira em Campo Mourão

Deputado – Em 1962, Armando Queiroz de Morais, com 7.607 votos foi eleito deputado estadual pelo Partido Democrata Cristão (PDC), o mesmo partido político do governador Ney Amintas de Barros Braga e do futuro prefeito Milton Luiz Pereira, o qual Armando apoiou e ajudou a eleger, ao levar em conta “os méritos próprios do atual Juiz Federal”. Na seqüência lançou os advogados e prefeitos eleitos: Horácio Amaral e Renato Fernandes Silva, que se elegeram e tiveram desempenho significativo nas ações administrativas de Campo Mourão. 


 
Campo Mourão - 30 anos

Morte prematura - Em 1966 Armando Queiroz de Moraes reelegeu-se deputado estadual pela Aliança da Renovação Nacional (Arena) com 21.709 votos. Em 1970 novamente foi vitorioso com 21.671 sufrágios. “Na seqüência o esquema estava montado para eu sair candidato a deputado federal e meu companheiro de chapa era o Horácio Amaral, a deputado estadual, que lamentavelmente faleceu em ação. Mas não sai. A campanha ia custar cerca de cento e cinqüenta milhões de cruzeiros. Muito cara. Sempre fui homem de pouca posse”, revela Armando. “Em 1974, ainda fui procurado pelo Eliseu Hauagge, destacado chefe político em Campo Mourão, para sair a deputado devido a morte prematura do Horácio. Nos reunimos tarde da noite e o Elizeu me disse que não podíamos ficar sem representante, mas recusei porque já havia assumido cargo no Estado. A indicação de outro nome dependia de assembléia dos diretórios municipais do Paraná. O governador Jaime Canet Junior também insistiu comigo, mas não cedi. Finalmente lançamos o ex-vereador Augusto de Oliveira Carneiro (Arena 1) e o Augustinho Vecchi (Arena 2) saiu como oponente. Resultado: não se elegeu nenhum”, lamenta. “O Augustinho era meu amigo. Na eleição do Renato Fernandes Silva o Augustinho teimou em sair candidato a prefeito e se voltou contra nós. Eu lhe havia dado a eleição de vereador quando lhe transferi meu eleitorado da localidade Barras. Mas o Renato ganhou estourado”, recorda Armando.

 
Políticos locais e de Campo Mourão 
durante inaugurações em Farol - PR


Empolgante“O doutor Milton Luiz Pereira votou em mim a deputado estadual. Em 1962 o PDC era governo e tinha que lançar candidato a prefeito em Campo Mourão. Pesquisamos nomes e o preferido do povo era o doutor Milton. Uma noite eu e o Ênio Queiroz fomos a casa dele fazer o convite. Nos pediu uma semana para dar a resposta, que resultou positiva. Foi a campanha mais empolgante que Campo Mourão viveu. O outro candidato era Ivo Mário Trombini, que eu havia convidado anteriormente, mas não aceitou e saiu pelo outro lado. O Juscelino Kubistchek anunciou um comício em Campo Mourão que repercutiu a nível nacional. Ao lado do ex-governador Moysés Lupion, o Juscelino apoiava o Ivo Trombini a prefeito pelo PSD e preparava nova candidatura à presidência da República. Nossa turma disse: pronto... estamos mortos! Foi uma bomba em cima de nós! Na primeira vez o Juscelino marcou e não veio. Quando decidiu vir, lotou de gente a praça Getúlio Vargas porque o povo gostava do Juscelino. O Ney Braga me chamou em Curitiba super preocupado e eu garanti que o Milton não esmoreceu, era querido do povo e que ia ganhar a eleição, como de fato venceu com uma diferença de quase três mil votos e se revelou um excelente administrador”, elogia Armando.



 
Armando Queiroz foi deputado estadual por Campo Mourão
e José Richa, Governador do Paraná.


Presidente – Na Assembléia Legislativa do Estado do Paraná, Armando Queiroz de Moraes (foto) liderou a bancada do PDC e foi líder do governo do Estado. Presidiu a Comissão de Constituição e Justiça e, finalmente, em 1969, a sua brilhante carreira política foi coroada de êxito ao ser eleito Presidente da Casa de Leis do Paraná. Seu trabalho a favor da região Centro-Oeste do Paraná foi reconhecido pelos municípios de Campo Mourão, Engenheiro Beltrão, Quinta do Sol, Araruna, Mamborê, Iretama, Nova Cantu e Boa Esperança que lhe outorgaram títulos de Cidadão Honorário.

 
Armando Queiroz de Morais na instalação de Mambore - PR

Conquistas - Armando Queiroz de Moraes é o autor das leis que instituíram os municípios de Nova Cantu, Mariluz e Quinta do Sol tornando-os independentes. Não sem muita luta, conseguiu a instalação de luz elétrica no Distrito de Pinhalão (Farol) onde inauguramos o Estádio Municipal ao lado de amigos e lideranças, a construção do Colégio Estadual de Campo Mourão, início da pavimentação asfáltica até Maringá, construções de escolas, além de outras importantes conquistas. .

TC - Respeitado no Paraná pela seriedade e dedicação às causas públicas, o ilustre cidadão mourãoense Armando Queiroz de Moraes foi nomeado Procurador do Tribunal de Contas do Estado, pelo governador Emilio Gomes. Em 1974 assumiu o cargo de Chefe de Gabinete do vice-governador Jaime Canet Júnior. Em 1975 seu nome foi elevado a Secretário Chefe da Casa Civil por ato do então governador Jaime Canet Júnior. Neste mesmo ano foi nomeado Conselheiro do Tribunal de Contas onde chegou à presidência em 1985. Armando Queiroz de Moraes, nos anos anteriores atuou como Corregedor e vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.



Armando Queiroz de Morais em família

Tranqüilo - Trabalhou intensamente até aos 70 anos de idade e aposentou-se em 1989. Reside em Curitiba e mantém um vasto círculo de amigos, a maior parte mourãoense. Convive com filhos e netos que moram e exercem atividades na capital do Estado. Leva uma vida tranquila, “na certeza do dever cumprido”, concluiu Armando Queiroz de Moraes, com um largo sorriso.


Falecimento - Armando Queiroz de Morais, faleceu na manhã de 12/12/2014 (sexta-feira), em Curitiba, aos 95 anos de idade.


Extraído do Projeto Raizes
Editado por Wille Bathke Jr - Jornal Tribuna - CM



 
QUE DEUS O TENHA !!